Agora abrandou, mas não acabou...
Trata-se de uma pausa para introspecção indivudual do conjunto, se se puder dizer assim. E isto é permitido pois o sumo pontífice seistetal assim o declarou, tendo ele próprio algum tempinho para poder coçar certas partes há muito sem serem coçadas. No entanto eu, seu discíplo e devoto padre á missão a que me incumbi, não posso deixar de apelar a todos os que se dizem fieis, que isto não é como a IURD! Não basta simplesmente contribuir pontualmente com um donativo (que neste caso é apenas presencial, nem sequer envolve dinheiro), têm que se dedicar ao movimento e contribuir para que ele não se extinga ao ser atropelado pelas gerações. As missas semanais (terça feira ás 21.30 horas) são para se respeitar de modo que os seguidores tenham os cânticos bem memorizados e sejam capazes de os transmitir ao povo quando em missão pelo país (e europa) fora. O futuro desta nobre relegião só depende de nós e ultimamente de muito poucos, sendo necessário recorrer a elementos já antigos, que muito contribuiram para o movimento, mas que se encontram retirados desta vida espiritual. Embora a sua experiência seja grandiosa e a sua sabedoria imensa, eles também já têm a sua vidinha trabalhosa para se preocuparem (que é como quem diz, já trabalham). Por isso, eu, Padre Amaro, a quem todos amigavelmente me chamam de fino (devido á minha constituição atlética), venho pedir a todos os outros que se dizem crentes que venham lutar por esta causa. E logo assim que acabem o raio dos exames que parecem nunca mais acabar. CHIBRIA E PORRIA. Um grande bem haja para toda seistetagem e aqui fica verdadeiro cântico principal:
"Nós vimos do alentejo
Terra de muito calor
E trazemos um desejo
Agarrar-te e dar-te um beijo
E falar-te meu amor
E trazemos um desejo
Agarrar-te e dar-te um beijo
E falar-te meu amor
Não gozes do que dizemos
Não temos culpa nenhuma
Do sítio donde viemos
Beijamos as que pudemos
E depois ZÁS CRATAPUMBA
Do sítio donde viemos
Beijamos as que pudemos
E depois ZÁS CRATAPUMBA
Nós somos os seistetos
Somos todos gado macho
Temo-lo todos bem pretos
Somos os novos talentos
É pra diante e bota abaixo
Temo-lo todos bem pretos
Somos os novos talentos
É pra diante e bota abaixo
Somos todos bons rapazes
Embora um tanto marotos
Pra beber somos uns áses
De cantar somos capazes
Gostamos das filhas dos outros
Pra beber somos uns áses
De cantar somos capazes
Gostamos das filhas dos outros
Há seis coisas nesta vida
Que se devem ter á mão
Uma capa uma batina
Uma guitarra uma menina
Uma açorda e um garrafão
Uma capa uma batina
Uma guitarra uma menina
Uma açorda e um garrafão
Agarrem nos instrumentos
Cada um pega no seu
Vamos embora seistetos
Para lá de 6 elementos
Que a primeira pago eu
Vamos embora seistetos
Para lá de 6 elementos
Que a primeira pago eu"
"Nós vimos do alentejo
Terra de muito calor
E trazemos um desejo
Agarrar-te e dar-te um beijo
E falar-te meu amor
E trazemos um desejo
Agarrar-te e dar-te um beijo
E falar-te meu amor
Não gozes do que dizemos
Não temos culpa nenhuma
Do sítio donde viemos
Beijamos as que pudemos
E depois ZÁS CRATAPUMBA
Do sítio donde viemos
Beijamos as que pudemos
E depois ZÁS CRATAPUMBA
Nós somos os seistetos
Somos todos gado macho
Temo-lo todos bem pretos
Somos os novos talentos
É pra diante e bota abaixo
Temo-lo todos bem pretos
Somos os novos talentos
É pra diante e bota abaixo
Somos todos bons rapazes
Embora um tanto marotos
Pra beber somos uns áses
De cantar somos capazes
Gostamos das filhas dos outros
Pra beber somos uns áses
De cantar somos capazes
Gostamos das filhas dos outros
Há seis coisas nesta vida
Que se devem ter á mão
Uma capa uma batina
Uma guitarra uma menina
Uma açorda e um garrafão
Uma capa uma batina
Uma guitarra uma menina
Uma açorda e um garrafão
Agarrem nos instrumentos
Cada um pega no seu
Vamos embora seistetos
Para lá de 6 elementos
Que a primeira pago eu
Vamos embora seistetos
Para lá de 6 elementos
Que a primeira pago eu"
